quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Outubro…Novembro…Dezembro…Janeiro…O tempo passa. Mesmo quando isso parece
impossível. Mesmo quando cada tique do relógio faz sua cabeça
doer como se fosse um fluxo de sangue passando por uma ferida. Ele passa desigual, com estranhos solavancos e calmarias arrastadas, mas passa. Até pra mim.

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